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Céu Interior

ஜ♥ஜ"Seja Bem-Vindo(a) ao meu Céu Interior...Entre e fique a vontade"ஜ♥ஜ



Comments: 11.9.09

No mundo da lua...
Acho que voltando...rsrs
Em breve atualizando o blog.

postado por:Danielle 7:06 PM


Comments: 23.11.08

CONSERTANDO O MUNDO


Um cientista vivia preocupado com os problemas do
mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los.
Passava dias em seu laboratório em busca
de respostas para suas dúvidas.

Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário
decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista nervoso pela
interrupção, tentou que o filho fosse
brincar em outro lugar.

Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou
algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo
de distrair sua atenção.

De repente deparou-se com o mapa do mundo,
o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura,
recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um
rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

"Vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o
mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo
bem direitinho! Faça tudo sozinho."

Calculou que a criança levaria dias para recompor o
mapa. Passadas algumas horas, ouviu a voz do filho
que o chamava calmamente.

"Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!"

A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho.
Seria impossível na sua idade ter conseguido
recompor um mapa que jamais havia visto.

Relutante, o cientista levantou os olhos de suas
anotações, certo de que veria um trabalho
digno de uma criança.

Para sua surpresa, o mapa estava completo.

Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos
lugares. Como seria possível?
Como o menino havia sido capaz?

"Você não sabia como era o mundo,
meu filho, como conseguiu?"

"Pai, eu não sabia como era o mundo,
mas quando você tirou o papel da revista para
recortar, eu vi que do outro lado havia
a figura de um homem.

Quando você me deu o mundo para consertar,
eu tentei mas não consegui.

Foi aí que me lembrei do homem,
virei os recortes e comecei a consertar o homem
que eu sabia como era.

Quando consegui consertar o homem,
virei a folha e descobri que havia
Consertado o mundo."


postado por:Danielle 11:24 PM


Comments: 12.10.08

Aspiração

Ser palmeira! existir num píncaro azulado,
Vendo as nuvens mais perto e as estrelas em bando;
Dar ao sopro do mar o seio perfumado,
Ora os leques abrindo, ora os leques fechando;

Só de meu cimo, só de meu trono, os rumores
Do dia ouvir, nascendo o primeiro arrebol,
E no azul dialogar com o espírito das flores,
Que invisível ascende e vai falar ao sol;

Sentir romper do vale e a meus pés, rumorosa,
Dilatar-se e cantar a alma sonora e quente
Das árvores, que em flor abre a manhã cheirosa,
Dos rios, onde luz todo o esplendor do Oriente;

E juntando a essa voz o glorioso murmúrio
De minha fronde e abrindo ao largo espaço os véus,
Ir com ela através do horizonte purpúreo
E penetrar nos céus;

Ser palmeira, depois de homem ter sido! est’alma
Que vibra em mim, sentir que novamente vibra,
E eu a espalmo a tremer nas folhas, palma a palma,
E a distendo, a subir num caule, fibra a fibra;

E à noite, enquanto o luar sobre os meus leques treme,
e estranho sentimento, ou pena ou mágoa ou dó,
Tudo tem e, na sombra, ora ou soluça ou geme,
E, como um pavilhão, velo lá em cima eu só

Que bom dizer então bem alto ao firmamento
O que outrora jamais - homem - dizer não pude,
Da menor sensação ao máximo tormento
Quanto passa através minha existência rude!

E, esfolhando-me ao vento, indômita e selvagem,
Quando aos arrancos vem bufando o temporal,
- Poeta - bramir então à noturna bafagem
Meu canto triunfal!

E isto que aqui não digo então dizer: - que te amo,
Mãe natureza! mas de modo tal que o entendas,
Como entendes a voz do pássaro no ramo
E o eco que têm no oceano as borrascas tremedas;

E pedir que, ou no sol, a cuja luz referves,
Ou no verme do chão ou na flor que sorri,
Mais tarde, em qualquer tempo, a minh’alma conserves,
Para que eternamente eu me lembre de ti!

(Alberto de Oliveira)


postado por:Danielle 2:54 AM


Comments: 25.8.08



Retrato

Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
A minha face?

Cecília Meirelles

postado por:Danielle 1:36 AM


Comments: 24.6.08

postado por:Danielle 1:54 AM


Comments: 7.2.08

postado por:Danielle 3:21 AM


Comments: 22.12.07



" Desejo a todos os amigos que visitam a minha página,um
excelente Natal e um 2008 repleto de coisas felizes!!!

postado por:Danielle 1:43 AM


Comments: 22.11.07

Queridos amigos,
Ando sem novidades...
Como tive que formatar meu PC,perdi muita coisa,em breve,postarei novas poesias e imagens por aqui.
Tenham só um pouquinho de paciência.
Beijossssssssssss...

postado por:Danielle 1:31 AM


Comments: 9.10.07

A FÁBULA DO RATO

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!

A galinha disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !

- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:

- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

“Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.”

postado por:Danielle 12:01 AM


Comments: 6.9.07

postado por:Danielle 3:02 AM


Comments: 15.8.07

postado por:Danielle 1:03 AM


Comments: 24.7.07

postado por:Danielle 12:14 AM


Comments: 28.6.07

postado por:Danielle 2:27 AM


Comments: 31.5.07

postado por:Danielle 2:50 AM


Comments:

postado por:Danielle 12:51 AM




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